Thursday, June 01, 2006

 

Os prazeres de casa

Estou com uma lista de coisas (boas?) que constumo fazer quanto estou em casa (e sozinha), compartilhadas até agora apenas com o espelho descascado e sujo de meu guarda-roupa, com as paredes de pintura manchada de infiltração ou com os cachorros pelos quais sinto uma incorrigível repulsa (e isso nunca foi segredo), únicas testemunhas macro vivas de minha maneira de ser. Só não qro que aproveitem para me chantagear:

- Lembrar coisas engraçadas enquanto tomo banho;
- faxina ao som de qualquer tipo de música em outra língua da qual nunca faço idéia do significado;
- pular feito pipoca ao som da musica do item anterior;
- beber água na boca da garrafa de manha qdo sempre estou com pressa;
- pintar minhas unhas de vermelho, olhar (admirar) e tirar logo depois;
- tirar pelos do rosto na cama da minha irmã (heheheh);
- tirar um pedaço de qualquer fatia de bolo q esteja na geladeira, mesmo sem saber de quem é nem o sabor;
- queimar 3 insensos de uma vez só;
- acordar tarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrde;
- arrotar alto (essa é rara);
- e, finalemtne, sair de casa.

 

Necessidades básicas

Pra quem conhece a pirâmide de Maslow poderia dizer que as necessidades básicas são as físicas como fome, vontade de comer, fazer xixi, etc...

Mas e se satisfazer a maior parte das indagações e questionamentos que nos fazemos dia-a-dia também estivessem na pirâmide, que patamar ocuparia?. Fiquei imaginando: se existisse um ser com respostas na ponta da língua pra cada uma das dúvidas que me assombram...uhmmmm...Penso no momento em que me desse vontade de fazer xixi. Seria como estar assistindo a parte "final" da velha sessão da tarde mostrando um dos filmes de Elvis e aparecesse a vontade de mijar. Putzzzz. Qual eu iria priorizar? ....É. Talvez não tenha como comparar essa necessidade física À vontade de descobrir os segredos do meu ser. O jeito seria me molhar toda.heheheh Talvez depois de ter revelado as maiores e reais verdades, pouco me importasse com as necessidades físicas, e muito menos com a pirâmide de Maslow.

Na verdade, talvez eu descobrisse que depois da verdade viria o vazio. O descanso de tudo o que conheço, e o mergulho para o nada ou ainda paranovas necessidades.

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